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Dinastia blueseira

Lurrie Bell é filho do lendário gaitista, Carey Bell. Ao contrário do pai, escolheu a guitarra para expressar as suas interpretações da música das blue notes.

Lurrie um guitarrista à moda antiga; não usa efeitos, optando por timbres e linhas mais tradicionais.

Poderíamos dizer, tomando emprestada a frase de Chuck Berry e o perdão do quase inevitável trocadilho, que “he play a guitar just like ringing a bell”.

Nos links abaixo, uma performance de Lurrie interpretando “Shake, Rattle and Roll” e uma maravilhosa cena caseira onde pai e filho executam “When I get drunk”

Nada Enferrujados

O casal Wright forma o núcleo central da Rusty Wright Band.

Os duetos formados por Rusty e Laurie são bem entrosados e explorados com bom gosto nas canções.

Rusty é um guitarrista com um bom repertório, segundo o próprio, influenciado pelo blues texano de SRV e Freddy King.

A seguir duas belas performances da banda, cada uma com um deles nos vocais.

Green também é blue

Um disco maravilhoso de 1969. Além de trazer um dos ícones da boa black music em grande forma, o album tem duas surpresas:

As faixas “Get Back” e “I Wanna Hold your Hand”, especialmente esta, são daquelas poucas bem sucedidas versões que conseguem recriar um clássico e fazer um belo trabalho. E olha que o cara “buliu” com os Beatles!

House of Blues

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

Gostar ou não do ator. Gostar ou não da série, não tem importância nenhuma.

Seja livre de pré-conceitos e ouça o músico Hugh Laurie.

Mesmo sem simpatizar com o ator ou com o personagem da série (o que convenhamos não é difícil), não há como negar que ele faz um trabalho de muito bom gosto e apuro musical quando se trata de tocar o blues.

Surpreendente, agradável e autêntico.

Biografia Em 140 Caracteres – Charlie Patton

Só existe uma foto de Charlie, pois ele acreditava a fotografia capturaria sua alma.

Raízes I – Blind Connie Williams

Sob o efeito colateral do whisky falsificado ou como vítimas de maus tratos ou, ainda, pela falta de acesso aos médicos, vários são os bluesmen que carregam a alcunha de “blind” como pré nome.

Dentre todas as mazelas que os homens (e mulheres) do blues enfrentaram nas primeiras décadas do século 20, a cegueira foi uma das mais marcantes.

Dizem que a limitação de um sentido, amplia os outros. É o que parecem nos dizer Blind Connie Williams no vídeo à seguir.

As pedras vão rolar

Depois de muito boato e sucessivos desmentidos, finalmente o sonho parece próximo. Os caras de Brown Sugar e Let it Bleed, vêm aí.

Dia 02 de março de 2016 é o dia da comunhão stones com Porto Alegre, encerrando a turnê brasileira que passa também por São Paulo e Rio.

A chamada do giro pela américa latina já é um aperitivo do que vai rolar por aqui.